segunda-feira, 30 de maio de 2016

Vale a pena ler de novo

Mais atual do que nunca

Na véspera do julgamento do Supremo Tribunal Federal (STF) que pode reduzir os poderes do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), uma crise se instaurou ontem no Judiciário nacional. Declarações da corregedora, Eliana Calmon, afirmando haver atualmente “bandidos de toga” no Judiciário levaram o presidente do STF, Cezar Peluso, que acumula a presidência do CNJ, a exigir a publicação de uma nota oficial do conselho contra as afirmações da corregedora. Ela ainda sugeriu que Peluso trabalha para impedir fiscalizações.

A declaração da corregedora foi dada em entrevista à Associação Paulista de Jornais. “Acho que é o primeiro caminho para a impunidade da magistratura, que hoje está com gravíssimos problemas de infiltração de bandidos que estão escondidos atrás da toga”, afirmou. E disse ainda que Peluso, por ter sido do Tribunal de Justiça de São Paulo, seria refratário às inspeções da corregedoria no TJ paulista. “Sabe que dia eu vou inspecionar São Paulo? No dia em que o Sargento Garcia prender o Zorro. É um Tribunal de Justiça fechado, refratário a qualquer ação do CNJ e o presidente do STF é paulista.

O CNJ é o órgão de controle externo de toda a Justiça brasileira. Tem autonomia, dentre outras me­­­­didas, para punir administrativamente magistrados que cometam irregularidades. A atuação do CNJ tem desagradado aos tribunais. A Asso­­­ciação dos Magistrados Brasileiros (AMB) ingressou no STF com uma ação para derrubar uma resolução do conselho que prevê pu­­­nições a magistrados envolvidos em irregularidades. O STF deve decidir hoje sobre a reclamação.

A declaração da corregedora do CNJ, cargo responsável justamente por fiscalizar os juízes, esquentou os ânimos no Judiciário. Ela teve de ouvir a leitura, na sessão de ontem do conselho, da nota de desgravo do próprio CNJ. O texto, lido por Peluso, não citava diretamente o nome dela. Mas o recado era claro. “[O CNJ] repudia veementemente acusações levianas e que, sem iden­­­tificar pessoas nem propiciar qualquer defesa, lançam sem prova dúvidas sobre a honra de milhares de juízes que diariamente se dedicam ao ofício de julgar com imparcialidade e honestidade.”

A divulgação da nota foi decidida em reunião a portas fechadas. Conselheiros relataram que o clima foi tenso e que houve acusações em voz alta.

O presidente da AMB, Nelson Calandra, disse que a corregedora foi acometida de “destempero verbal” e propagou “lendas” às vésperas do julgamento do STF. Ele negou a existência de “bandidos de toga” e disse haver 100 processos dis­­­­ciplinares no CNJ, dos quais apenas 48 resultaram em punições. E lembrou que no país há 16,1 mil magistrados.

Comentário: Eu não teria acreditado se não fosse os ataques que ela sofreu de todos os lados. Isto significa que estava certa. Hoje, eu não tenho qualquer dúvida disso. Há verdadeiros marginais usando togas.

Justiça x Paulinho

Caros leitores deste blog.

Este é um caso único. Nunca ouvi falar de nada parecido. Nunca vi tanto empenho de um tribunal para defender os assassinos de uma criança de 10 anos de idade. Não só uma criança, mas uma série de pacientes mortos. E tudo será lentamente arquivado. Depois de tanto esforço, depois de ter de abandonar o país, depois de ter de viver longe da família, após 16 anos eles estão enterrando tudo.

Vergonhosamente para mim, e não para eles, 3 casos ainda encontram-se em fase de inquérito! 16 anos para investigar 3 casos cujas provas são escandalosas!!! Certamente já estão prescritos. O assassinato de Carlos Henrique Marcondes continua sem solução. O inquérito para investigar Carlos Mosconi, continua paralisado e assim permanecerá até ser arquivado. As provas são incontestáveis. 

Perseguiram um juíz! Ameaçaram um magistrado e nada fizeram. Aliás, fizeram sim. Tentaram afastá-lo dos processos - afastamento determinado por Flavio Leite. Não conseguiram a suspeição, mas a pressão foi o suficiente para que Narciso de Castro deixasse a cidade. Há inúmeros relatos de ameaças à testemunhas, inclusive contra este blog, quando enviaram mensagem dizendo que se meus familiares precisassem do hospital, seriam mortos. Pelo menos 3 testemunhas foram executadas.

Carlos Mosconi é um merda. Ele não tem tanto poder para paralisar tudo. Mas ele tem dinheiro e o abrigo de Aécio Neves. Este sim tem poder junto ao judiciário. O poder é tanto que Mosconi disse várias vezes que o caso seria revertido em 2a instância. Como ele sabia? Como ele tinha tanta certeza?

Em resumo, hoje eu estou brigando com o tribunal de justiça, que faz o papel de advogado cretino de defesa, enquanto os réus estão bem e vivendo felizes, mesmo depois de matar tanta gente. Brigando para que a lei seja respeitada!! O Ministério Público assiste a tudo completamente inerte. Só mesmo em um país de merda isso pode acontecer. Para que a máfia atinja seu objetivo, eles precisam me processar, como fizeram no passado. Dois procuradores e um delegado de polícia federal me processaram durante o início do processo do Paulinho, quando deixaram de denunciar os sócios de Mosconi e eu provei que eu estava certo. Estes mesmos assassinos foram processados 13 anos mais tarde e condenados, mas os desembargadores corruptos filhos da puta anularam a sentença. Justo de quem? Dos assassinos que não foram denunciados no passado. Agora, para fechar o quadro, falta me processar. Assim valoriza mais a idéia de que são coitadinhos inocentes.

Um bando de canalhas covardes lutando contra uma criança de 10 anos que não pode se defender, para manter assassinos impunes. Uma justiça lixo e desembargadores corruptos - é a alma do negócio. Mas terão de me derrubar. Ainda há muito a ser feito. Desistir não faz parte dos meus planos.

Viva a máfia!

Não doe órgãos. Estão matando pacientes em leitos de UTI para fins de tráfico de órgãos e contam com o apoio da justiça. Em especial, o Tribunal de Justiça de Minas Gerais.  

domingo, 29 de maio de 2016

A sentença anulada virou livro!

Em poucos dias o livro estará disponível em toda a rede Amazon do planeta nas versões impressa e Kindle. O conteúdo deste livro é a sentença que condenou os médicos pela retirada de órgãos do meu filho quando ele ainda estava vivo, causando a morte. Também tem a anulação da sentença, que custou a máfia 500 mil reais. O livro também está disponível em PDF para download gratuito. A previsão é de que em 15 de junho tudo estará disponível como prometido. A gráfica está imprimindo as primeiras cópias para verificação.

Este é o segundo livro da série. Estarei publicando em Setembro, um livro com o prontuário do Paulinho completo (são 3 prontuários diferentes entre si), com todas as tentativas dos médicos em forjar provas. O prontuário será comentado página a página.



Eu não pretendia fazer este livro, mas diante da determinação do desembargador Flávio Batista Leite em mandar censurar a sentença, decidi que todos poderiam ter o direito de acesso à mesma. Afinal, estamos em uma democracia (kkkkkkkkkkkk), onde se pode comprar até desembargador. Não seria justo aplicar a censura. Cada um responde pelo que faz.

Vamos em frente!

sábado, 28 de maio de 2016

Baixou Aécio em Mosconi


O maior chefe de tráfico de órgãos do Brasil, recebeu o espírito de Aécio Neves. Ele está acionando a justiça para limpar a internet das reportagens que o citam em relação ao tráfico de órgãos. Depois de pagar para anular a sentença, Mosconi quer mais! Ele quer o nominho limpo. Uma internet que lhe dê somente elogios por um currículum perfeito, escrito por ele mesmo, claro.

Depois de perder a ação movida contra o juiz Narciso de Castro, Mosconi aponta o dedo para outros alvos. Mas eu ainda não estou lá. 

Mosca, meu parça, o blog continuará no ar querendo você ou não. Se a justiça tirar o meu blog para limpar o seu nominho, eu crio outro, e outro, e depois outro e quantos mais forem necessários. 

Você criou a central clandestina de transplantes que assassinava pacientes para a venda de órgãos. Isso é fato. E um fato não pode ser apagado com ordem judicial. Você terá de mandar me matar, como fez com algumas testemunhas.

Lançamento imperdível deste blog


Este blog vai começar a produzir os capachos "Deusembargadores do TJMG". O valor ainda não está definido, mas será bem inferior à 500 mil reais. Este é o modelo Flavinho e portanto é grátis, afinal não vale nada!

Aconteceu no Mato Grosso

Desembargador é condenado à prisão por exigir propina em troca de decisão


Fonte: G1

É meus caros leitores. A justiça brasileira está uma vergonha. O que me chamou a atenção neste caso é que o desembargador cobrava - 500 mil reais - por uma sentença. O mesmo valor cobrado pelo Desembargador Flávio Batista Leite para anular a sentença do caso Pavesi. Parece que há uma tabela em vigor para propinas no judiciário. Leia a reportagem abaixo:

Evandro Stábile, do TJMT, foi condenado pelo STJ a seis anos de prisão. Ele cobrou propina para cassar prefeito e beneficiar candidato derrotado.
Em troca de decisões para beneficiar determinadas partes, o desembargador Evandro Stábile, do Tribunal de Justiça de Mato Grosso (TJMT), cobrava propina, conforme decisão do Superior Tribunal de Justiça (STJ) desta quarta-feira (18). O magistrado, afastado as funções por determinação judicial desde 2010, foi condenado a seis anos de prisão em regime inicialmente fechado.
A advogado e mulher do desembargador, Juliana Vettori Santamaria Stábile informou que os advogados dele irão se reunir nesta quinta-feira (19) para decidir a medida a ser tomada em relação à decisão. Informou ainda que ele não foi notificado da decisão e que a prisão só poderá ocorrer depois que o processo for transitado em julgado da decisão. "Vamos entrar com todos os recursos para modificar esse julgamento", afirmou.
A venda de sentenças no Judiciário mato-grossense veio à tona durante as investigações da operação Asafe, da Polícia Federal. Segundo a relatora da ação penal proposta pelo Ministério Público Federal (MPF), ministra Nancy Andrighi, o desembargador cobrou propina para manter um prefeito no cargo no período em que estava no Tribunal Regional Eleitoral (TRE-MT). O beneficiado perdeu a eleição e o eleito teve o mandato cassado por suposto abuso de poder econômico.
No ano passado, Stábile foi citado na Operação Ararath, também da Polícia Federal. O delator do esquema de lavagem de dinheiro e crimes financeiros, o empresário Gércio Mendonça Júnior, conhecido como Júnior Mendonça, informou ao MPF que o desembargador Evandro Stábile, que na época era presidente da Corte eleitoral, teria recebido R$ 500 mil para conceder uma liminar favorável a um prefeito da região Norte do estado. À época, Stábile negou e disse que se tratava de uma bobagem.
A Operação Asafe foi deflagrada em 18 de maio de 2010 e levou à prisão de oito pessoas, entre as quais, cinco advogados, além do cumprimento de 30 mandados de busca e apreensão. A apuração do caso começou três anos antes, quando a Polícia Federal em Goiás verificou situações que envolviam possível exploração de prestígio em Mato Grosso.
As investigações acabaram chegando a magistrados que atuavam no TRE-MT. A investigação foi denominada Asafe em referência ao profeta que escreveu o Salmo 82 da Bíblia Sagrada. O texto bíblico fala de tramas, conspiração, e exalta a justiça de Deus.

Vale lembrar um trecho da sentença do caso Pavesi, anulada pelo desembargador Flávio Batista Leite pela quantia de 500 mil reais:
À época dos fatos do processo, eram membros da IRMANDADE DA SANTA CASA, dentre outros (f. 3589 do vol.15), MOACYR DE CARVALHO DIAS (antigo dono do laticínio Poços de Caldas, depois vendido para a DANONE) e o atual vice-provedor é seu parente MARCOS CARVALHO DIAS (envolvido, segundo consta, com a corrupção de juízes no Mato Grosso onde possui propriedades rurais em área de confronto com indígenas). 
Pois é, meus amigos. Dá para entender porque o Desembargador Flávio Batista Leite mandou envelopar a sentença e retirá-la do processo para que ninguém saiba o que eles estão fazendo. Até agora, nenhum bilhetinho do Desembargador, nenhum manifestação, nada! E eu ainda estou esperando que ele me processe.

Desembargador Flávio Batista Leite