BLOG SOB CENSURA

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sábado, 4 de julho de 2015

Um brinde

Ao Procurador de Justiça Antônio de Padova Marchi Junior e a sua assessora especial Andrea Abritta. Vocês não sabem o quanto estou feliz pelo que fizeram. Se pudesse abraçaria vocês neste momento. 

Um ótimo final de semana.

Procurador. Não precisa perder tempo em responder ao meu e-mail. 

URGENTE! A prova de que os assassinos são inocentes!!

Pessoal, em minha página no facebook, dois cidadãos mostraram-se indignados com a injustiça contra os médicos e decidiram nos mostrar as evidências da inocência dos condenados. Parem tudo!! Precisamos absolvê-los com urgência.

Abaixo de cada foto, as provas que eles apresentam da inocência, que devem ser analisadas com muito critério pelo Ministério Público e demais autoridades. Muito importantes!

O primeiro a se manifestar foi João José Senna, presidente da cooperativa regional dos cafeicultores de Poços de Caldas. Ahhh, só para lembrar, Mosconi é produtor de café e também tem sua máfia do café que já foi motivo de CPI em Minas Gerais, e que como sempre, não deu em nada. 


Isto é uma grande injustiça, nós moramos em poços de caldas e sabemos que eles são inocentes!

Marcelo ou João (cada hora usa um nome) ficou bravo com este post! Mandou um e-mail "exigindo" que eu retire sua família daqui. Muito bem. Vejamos o e-mail:
BOM DIA SENHOR PAULO PAVESI.
ESTA EXPONDO DE MANEIRA INDEVIDA A FOTO DO SENHOR JOAO JOSE SENNA E DE SEUS FAMILIARES.
VOCE NÃO POSSUI AUTORIZAÇÃO PARA TAL EXPOSIÇÃO.
SOLICITO QUE RETIRE ESTA FOTO ASSIM COMO O COMENTÁRIO EM RELAÇÃO A SUA PESSOA.
VOCÊ NÃO CONHECE ELE, NÃO CONHECE SEU TRABALHO DE RECUPERAÇÃO DA COOPERATIVA DE CAFÉ DE POÇOS DE CALDAS, ACHO QUE O SENHOR DEVIRIA REALIZAR CONSULTAS COM SEUS CONHECIDOS AQUI EM POÇOS ANTES DE FAZER QUALQUER TIPO DE PRE-JULGAMENTO AO TRABALHO DAS PESSOAS  E EXPOR DE MANEIRA INDEVIDA SUAS VIDAS PARTICULARES.
DESDE JA AGRADEÇO PELA ATENÇÃO.
LEMBRANDO QUE AS PESSOAS POSSUEM TOTAL LIBERDADE E EXPRESSÃO E EMITIR SUAS OPINIÕES SOBRE OS FATOS OCORRIDOS…POREM O SENHOR NÃO ESTA AUTORIZADO A EXPOR ESTAS PESSOAS EM SEU BLOG!!!!
Não é fácil. Mas vamos lá. As letras grandes significam que ele está gritando. Eu fiquei com muito medo. O sujeito entra na minha página do Facebook para defender os assassinos do meu filho, sem conhecer o processo ou ter qualquer informação jurídica, e diz que eu é que estou expondo a familia dele indevidamente. Entenderam? Ele pode falar o que quiser sobre o caso do meu filho, machucando a minha família, mas eu não posso replicar. Tenho que ficar caladinho, senão ele grita. Ai ele pede para eu me informar sobre a cooperativa. Mas ele se informou sobre o meu filho? Por que esta gentalha acha sempre que tem mais direitos do que eu?

A segunda a se manifestar foi Arlete Lamego, sem ocupação declarada. O depoimento desta senhora é emocionante! Precisamos destruir as mais de 14 mil páginas do processo e anexar somente este depoimento que prova toda a inocência dos condenados.



Nós que moramos na cidade e conhecemos os médicos, sabemos eles não fizeram isto.

Arlete Lamego mandou mensagem depois de apagar o post. Segundo ela, eu dei minha opinião e ela deu a dela. Mais do que justo! Tão justo que respondi pedindo para mostrar a inocência, que até o momento ela não fez. Por enquanto, ao que temos visto, a justiça parece ter a mesma opinião que a minha. Bom domingo Tia!

Atenção TJMG. Vocês que estão tentando livrar os bandidos dos crimes que cometeram, está ai um prato cheio. Dois depoimentos ricos em detalhes que provam a inocência destes condenados injustamente. Por favor, intime-os para que sejam ouvidos no processo.

Fomos descobertos! Agora eles descobriram tudo. 

Aproveitando o ensejo, poderiamos ouvir também Wanderley Cardoso e a esposa que defendem Roger Abdelmassih. Eles são gratos por terem um filho gerado por Roger, e as outras 100 estupradas que se danem! Vamos soltar o Roger!!! 


FREE ROGER


sexta-feira, 3 de julho de 2015

Novo modelo de estetoscópio de alguns médicos mineiros

Aprovado e absolvido pelos conselhos de medicina!

João, o psicopata

O gordinho da foto é o João. João Alberto Góes Brandão e sua esposa. Ah, na foto também tem o cachorrinho tomando água mineral no colo. Que casal incrível! Se João cuida assim de cachorro, imagine como cuida de pacientes. 

João estava preso por ter participado de alguns homicídios, mas agora já está solto. O psicopata está de volta às ruas, e prometo que em breve vou descobrir em detalhes a história muito interessante sobre a transferência de presos. João não se deixa intimidar. É valente. Foi ele que atendeu Carlos Henrique Marcondes quando o mesmo suicidou com 2 tiros (hahahahahaa). Desculpem-me pela risada, mas é tão estúpido que eu não consigo parar de rir.

Agora vamos conhecer a história do Sr. José Alexandrino Apolinário. Este sr. fez o depoimento reproduzido abaixo, para o Ministério Público em Belo Horizonte. Infelizmente esta testemunha não está mais viva. Ele foi assassinado. Mas quem vai investigar?

que à época dos fatos, abril de 2002, o depoente residia na Fazenda Recreio, município de Poços de Caldas; que dita fazenda ficava próxima ao bairro Bortolan, na descida da serra, a cerca de 02 km do citado bairro; que conhecia a vítima Carlos Henrique, vulgo “Carlão”, com quem tinha certa amizade; que Carlão era um homem forte, que cuidava bem da saúde e fazia exercícios; que o depoente sempre via Carlão correndo pela estrada, de sua residência até o local de trabalho, fazendo exercícios, ida e volta; que raramente Carlão usava o veículo automotor; que o depoente tinha certa amizade com Carlão e já tinha conversado com o mesmo, que era uma pessoa alegre e bem sucedida; que Carlão sempre tratou o depoente muito bem; que sempre que o depoente vinha da roça e via Carlão correndo lhe oferecia uma carona, a qual era sempre recusada, já que Carlão gostava de correr; que à época dos fatos era voz corrente na cidade que a Santa Casa passava por dificuldades financeiras e Carlão era o Diretor daquele nosocômio, cargo que exerceu por cerca de 15 anos; que o depoente nos contatos que teve com Carlão nunca percebeu qualquer sinal de depressão ou desânimo; que na visão do depoente Carlão não tinha tendências suicidas; que no dia dos fatos, por volta de 05h30 da madrugada, estando o dia amanhecendo, o depoente passou com seu carro, uma GM Caravan de cor branca, pela estrada onde se deram os fatos, ocasião em que visualizou a seguinte cena: ao sair da curva, percebeu que a via estava fechada com pedras, estando o carro do Carlão no acostamento, parado; que havia mais dois carros, ambos de cor preta, um deles, com certeza absoluta, era um veículo da Polícia Civil, o que pôde perceber inclusive pela placa, embora não tenha anotado o número; que o depoente tentou dar ré para deixar o local, mas um dos presentes, estando em via pública, apontou uma arma para o depoente e mandou que parasse o veículo; que tal indivíduo, ainda com o depoente dentro do veículo, colocou a arma que portava dentro da boca do depoente e o ameaçou, afirmando que “o que iria acontecer com você é o mesmo que vai acontecer com aquele outro”, referindo-se a Carlão, mas como o depoente mora na roça e é um bobo, bastaria um susto, como deve ter pensado; que tal indivíduo exigiu a identidade do depoente, que lhe mostrou sua CTPS e afirmou que morava na zona rural, na Fazenda Recreio; que então determinou que o depoente fosse embora e não abrisse a boca ou seria morto, já que sabiam quem era e onde morava; que o depoente assim fez, após retirarem as pedras que bloquearam o caminho; que nesta ocasião o depoente visualizou três indivíduos, além de Carlão; que um deles era o que o ameaçou com arma de fogo, o outro estava em pé na estrada e o terceiro estava sentado no banco do passageiro ao lado do Carlão, no carro deste, que ainda estava vivo; que todos estavam armados, como pôde perceber o depoente; que Carlão tentou sinalizar alguma coisa para o depoente, mas o depoente nada pôde fazer, já que “afinal, o que podia fazer? Chamar a polícia, sendo que o carro da polícia já estava lá?”; que então o depoente deixou o local, já que percebeu que se tratava de uma emboscada; que o depoente desceu a via por alguns minutos e retornou ao local a pé, ficando no meio dos eucaliptos, escondido; que de onde estava conseguia visualizar tudo muito bem; que os agentes não viram o depoente no local; que então o depoente visualizou a seguinte cena: que o agente que estava do lado do Carlão efetuou dois disparos para o lado de fora com a arma que portava; que então colocou a arma na mão do Carlão, introduziu o cano em sua boca e efetuou um disparo; que Carlão não reagiu, até porque os outros estavam perto e armados; que após a execução, limparam o carro e a mão do Carlão, “deram uma geral”; que então retiraram as pedras, jogando-as no meio do mato e foram embora nos dois veículos, como se nada tivesse acontecido; que após os agentes deixarem o local, o depoente também dali saiu; que o depoente não se aproximou do veículo, já que inclusive estava ameaçado; que o depoente foi à cidade e voltou para a fazenda; que ao passar pelo local, ali estava a polícia, funerária, perícias, o Delegado Vinhas e curiosos; que o depoente parou um pouco para ver, mas Carlão já tinha sido retirado do local; que neste momento pensou em chamar a polícia e contar o que viu, mas não teve coragem, já que temia por sua vida; que inclusive, no mesmo dia da morte de Carlão, um bilhete foi deixado sob a porta de sua casa, possivelmente durante a madrugada, já que o achou na manhã seguinte, com a seguinte frase: “Se abrir a boca morre. Boca fechada não entra mosquito”; que o depoente nunca depôs a respeito formalmente anteriormente, já que se sentiu intimidado; que ficou sabendo que o inquérito foi arquivado pela polícia por suicídio; que dos três executores que estavam no local e mataram Carlão, o depoente reconheceu um deles, como um médico que trabalhava na Santa Casa e se chamava Dr. João Brandão ou coisa parecida; que não conhece os outros dois; que após os fatos, o depoente deixou a fazenda e se mudou para a cidade de Poços de Caldas, onde foi trabalhar na Prefeitura; que posteriormente foi escalado para dirigir a ambulância do município, que à época não contava com o SAMU; que cerca de uma semana após a morte de Carlão, foi levar um paciente à Santa Casa, na direção da citada ambulância, um funcionário da Santa Casa, de quem não sabe o nome, o reconheceu como a testemunha da morte de Carlão e novamente o ameaçou, dizendo: “você aqui de novo? Você está sabendo o que aconteceu e o que vai acontecer com você se você abrir a boca.”; que os autores descobriram na Prefeitura o novo endereço do depoente lhe mandaram outro bilhete ameaçador com os mesmos dizeres; que o depoente não guardou os bilhetes, jogando-os fora; que o depoente tem fortes suspeitas que dito funcionário era mancomunado com a quadrilha de tráfico de órgãos que existe na Santa Casa; já que visualizou a retirada de órgãos de outro paciente; que o paciente que levou para atendimento também faleceu, mas não estava em estado terminal, na visão do depoente: que acredita que tal paciente foi assassinado para retirada dos órgãos; que posteriormente ficou sabendo que o funcionário que o abordou era quem matava os pacientes, o que inclusive foi visto pelo depoente; que tal funcionário entrava no hospital por volta de meia noite, uma hora da manhã para este tipo de serviço, ou seja, matava pacientes para retirada posterior de órgãos; que dito funcionário aplicava uma injeção na veia do paciente e este falecia; que o depoente sabia que substância era aplicada, mas esqueceu o nome; que um dia escutou em uma conversa o nome de tal remédio; que tal funcionário não mais se encontra na Santa Casa; que ficou sabendo do processo-crime que tramita em desfavor de várias pessoas da Santa Casa por tráfico de órgãos; que realmente acontecia tal fato na Santa Casa e atualmente estão tentando “tapar o sol com a peneira”, escondendo o ocorrido; que o depoente viu tais fatos, inclusive com cadáveres “abertos” e retirada dos órgãos; que o depoente tem muito receio de que os envolvidos saibam do presente depoimento, já que faz hemodiálise e pode facilmente ser morto; que na morte de Carlão houve envolvimento de médicos e policiais; que o depoente nunca narrou os presentes fatos a ninguém, por temer por sua vida; que também nunca procurou a polícia; que recentemente, desgostoso com o arquivamento feito pela polícia civil, que deu o caso por encerrado como suicídio em uma entrevista do Dr. Vinhas, sendo que houve inclusive envolvimento de policiais, o depoente contou o que viu a um jornalista de nome José Carlos Silva, a quem pediu sigilo; que resolveu narrar os fatos a esta Promotoria, mas como dito, teme por sua vida se este depoimento se tornar público; que se houver garantia de segurança, o depoente perfeitamente perante a autoridade judiciária, em autos de eventual processo-crime vindouro; que cerca de um ano depois o depoente deixou a Prefeitura em virtude de novas ameaças, também por bilhetes ameaçadores deixados em sua casa; que atualmente o depoente está aposentado e faz tratamento de saúde devido a problemas renais; que acredita que futuramente terá que sair de Poços de Caldas; que nada mais disse”.

O jaspion!

Este é o Jaspion, de óculos escuro, dentro do camburão. Ele é mais um preso que ganhou a liberdade hoje. Está feliz da vida! Hoje vai ter uma rodada de sushi.

Jefferson André Saheki Skulski foi o responsável por fraudar os laudos de morte encefálica, confissão realizada na CPI e também em juízo. O laudo do caso Paulinho foi confeccionado 8 meses após o assassinato.

O jaspion pisou na bola durante a falsificação ao anotar como hora do laudo 13:35h. Paulinho chegou na Santa Casa às 13:00h. Nenhum ser humano no mundo se submete a um diagnóstico de morte encefálica em 35 minutos. Mas o Jaspion conseguiu! Claro que as imagens do crânio sem fluxo "desapareceram", quando na verdade nunca foram feitas. Como se não bastasse, mentiu em juízo como já publiquei neste texto.

Este é o documento falsificado por Jéferson. Podemos notar que embora exista o nome de dois médicos, somente o jaspion assinou o laudo. O outro médico é o sócio do Jaspion, Dr. Sylas Cid Rossi.

Sylas é o sócio dos sonhos! Ele é genro de um juíz da cidade de Poços de Caldas, Antonio Pereira Gato que foi o autor da primeira censura contra mim. Em 2001 meu site foi retirado do ar sob a alegação de que estava atrapalhando as doações em Poços de Caldas, no Brasil e no Mundo!

A Cosa Nostra neste episódio comandada pelo Juiz Gato, teve como partida um reclamação da PRO RIM, Associação dos Renais Crônicos de Poços de Caldas, presidida por Lourival da Silva Batista, que está preso por abusar sexualmente de sua neta de 9 anos.

Sylas é o cara! Agora ele tem dado uma mão e tanto para o Jaspion. Solidariedade é tudo. O carro deste distinto doutor está circulando com o adesivo, que certamente afetou o coração dos magistrados que liberaram os detentos.

Veículo do sócio do Jaspion, Sylas Cid Rossi, com adesivo em defesa aos condenados
Parabéns Jaspion!
Você é o héroi do mês deste blog.


Não teve tamanha sorte o homem aranha. Nem todo super-herói tem um procurador da justiça tão amigo como Antonio de Padova Marchi Junior e sua fiel marmita Andréa Abritta. Jaspion, manda o telefone dos seus advogados para ele. Quebra essa! Vamos salvar mais uma vida (ahahahaha).



Justiça de merda + corrupção = Brasil

Muito bem! Todos que seguem o caso devem ter acompanhado as últimas notícias não é mesmo? Os bandidos, depois de transferidos ilegalmente, com a ajuda do TJMG, como eu havia "premeditado", foram liberados para voltar ao convívio social. Segundo o STF, a prisão era ilegal e não tinha fundamento. 3 condenações sendo que uma em 2a instância, não é fundamento o bastante.

Vocês devem conhecer o caso do garoto Bernardo Uglione, morto pela madrasta. Pois é. Os assassinos estão presos desde que foram descobertos e não serão soltos. Eles não podem recorrer ou aguardar o julgamento em liberdade. Qual o fundamento neste caso? 

Se a prisão dos assassinos do meu filho, já condenados, não tem fundamento, porque os assassinos de Bernardo Uglione continuam presos, se nem condenados estão? Qual a diferença? 

A diferença meus caros amigos, é o dinheiro. Uns dirão: Cada caso é um caso! Sim, mas a constituição é para todos. Aliás, quantos não estão presos sem condenação? Por que não soltar todo mundo? 

Qual o critério? O critério é dinheiro, poder político e manipulação.

O caso Bernardo é publicado com destaque em toda a imprensa, sempre que há alguma novidade. O caso Pavesi você não vai ler na grande imprensa com destaque. O que a imprensa publica está basicamente no G1, nas páginas regionais.

Bernardo também é um garoto diferente de Paulinho? 

Não! A constituição diz que todos somos iguais perante a lei. Será? 
Por que o caso Paulinho não pode ser publicado?
Por que o próprio sistema judiciário quer punir o juiz que mandou publicar a sentença?
Por que os assassinos de Bernardo devem ficar presos e os assassinos do meu filho e de mais 7 pessoas devem ir para a rua?

Qual o critério?

O critério, meus amigos, é bastante simples: Uma justiça de merda + desembargadores e procuradores corruptos + imprensa covarde = impunidade para uns, e rigor para outros.

E ai justiça?

Diga-me o quanto vocês cobram. Quem sabe não fazemos uma vaquinha?

quinta-feira, 2 de julho de 2015

Preocupado com o julgamento

Este (de chapeuzinho verde) é um dos assassinos do meu filho. Veja como ele está muito preocupado com o julgamento que o TJMG não deixa ser realizado.


Enquanto eu estou aqui, escrevendo este texto e lutando há 15 anos por justiça, ele está assistindo a uma partida de futebol com a família.

Vejam o coitadinho chorando.