O preço de uma sentença

O preço de uma sentença

sábado, 30 de julho de 2016

BINGO - O administrador da Santa Casa foi assassinado.

Depois de 14 anos, mais uma das minhas denúncias foi comprovada. Isso porque as autoridades mineiras estão protegendo a máfia. Mas como vocês sabem, eu estou aqui para desproteger. Vou explicar tudo em detalhes e dar nomes aos bois.

Carlos Henrique Marcondes
Administrador da Santa Casa
Vocês devem se lembrar do caso Carlos Henrique Marcondes, adminsitrador da Santa Casa de Misericórdia onde Paulinho, meu filho, foi assassinado. Carlão como era chamado, tinha uma reunião no dia 24 de abril de 2002, em que colocaria as cartas na mesa. Carlão havia grampeado vários telefones do hospital e graças a estes grampos, descobriu que seria assassinado. Mas descobriu mais! Ele descobriu um esquema assassino de tráfico de órgãos e até mesmo tráfico de entorpecentes dentro da Santa Casa.

Ele foi visto as 7 da manhã daquele dia, com mais duas pessoas dentro do seu carro, no centro da cidade em direção a sua casa, que ficava afastada do centro da cidade. Logo depois, foi encontrado com um ferimento na cabeça, dentro de seu carro, com vida. A polícia foi acionada e o atendimento de emergência também. Este atendimento de emergência foi feito por um integrante da máfia do tráfico de órgãos, que acabou executando o serviço. Membros do hospital da Santa Casa trataram imediatamente de classificar o crime como suicídio, tendo inclusive depoimentos de que Carlão estava deprimindo e havia confessado o desgosto pela vida. A tese de suicídio foi aceita pelo delegado na época e o caso foi encerrado sem qualquer investigação. Os fatos e indícios no entanto, apontavam para um homicídio. Eu descrevo bem este caso no meu livro.

Vamos ao que disse o tribunal


Tribunal/Vara: TJMG Data: 25/07/2016

Expediente: COMARCA DE POÇOS DE CALDAS
PROCEDIMENTO COMUM 00039 - Número TJMG: 051802020992-1
Numeração única: 0209921.92.2002.8.13.0518 Despacho de f. 997:

“...DECIDO. Os presentes autos de IP foram instaurados a fim de apurar eventual crime de homicídio ocorrido no dia 24 de abril de 2002, nesta cidade de Poços de Caldas...Apurou-se que a vítima foi encontrada portando uma arma em suas mãos e apresentava um ferimento na boca causado por um projétil. A vítima, que ainda estava com sinais de vida, foi socorrida e levada ao Hospital Santa Casa, mas não resistiu e faleceu...Diante de fatos novos, em 23 de novembro de 2011, as investigações foram retomadas pela Polícia Civil. Vê-se, pois, que a autoridade policial que realizou as investigações chegou à conclusão que houve um crime de homicídio e não suicídio, como apurado anteriormente. Entretanto, após quatorze anos, não se chegou à autoria do crime. Com efeito, acolho a manifestação retro do Ministério Público e determino seu arquivamento, ressalvada a possibilidade de desarquivamento, nos termos do art. 18 do CPP...“ EXECUÇÕES CRIMINAIS Expediente de 21/07/2016 JUIZ(A) COOPERADOR(A): Claudio Hesketh Lílian Maciel Santos Marcelo Rodrigues Fioravante Marcus Vinícius Mendes do Valle Octávio de Almeida Neves Oilson Nunes dos Santos Hoffmann Schmitt Sérgio Franco de Oliveira Júnior Wagner Aristides Machado da Silva Pereira PROMOTOR(A) : Alexandre Jorge Pimenta Daniela Vieira de Almeida Trevisan Danilo Tarantini Sanches Eduardo Bustamante Stephan Gabriella Abreu Costa de Souza Lima Glaucir Antunes Modesto Raquel Fernanda Caetano Correa Renato Carlos Gozzoli ESCRIVÃO(Ã) : Regiane Pamplona de Figueiredo Coutinho
Caros leitores, a polícia concluiu que Carlos Henrique Marcondes foi assassinado, mas mandou arquivar novamente pois não conseguiu chegar aos autores. Eu vou ajudar a polícia, mais uma vez. Quem sabe um dia, eles tomam vergonha na cara e fazem o trabalho da forma correta.

Vamos lá!


Mandante do crime

Carlos Eduardo Venturelli Mosconi. Mandante do crime
O mandante do crime foi Carlos Eduardo Venturelli Mosconi. As revelações de Carlos Henrique Marcondes, o Carlão, colocariam Mosconi no centro de todos os crimes cometidos na Santa Casa, inclusive fraudes em licitações. Carlão ouviu em suas gravações que seria morto para poupar a máfia. Carlão não acreditou que as ameaças fossem levadas a cabo, não se resguardou e foi assassinado. Assista ao filme no final deste post, para conhecer os motivos em detalhes.

Executor
Sergio Roberto Lopes. Executor do crime


O executor do crime foi Sérgio Roberto Lopes, ex-pm e advogado da Santa Casa.  Sérgio Lopes atuou também na adulteração de documentos junto com os procuradores federais José Jairo Gomes e Adailton Ramos do Nascimento. Ele também contou com o apoio do delegado da Polícia Federal de Varginha Célio Jacinto dos Santos. Lopes foi encarregado de "passar" Marcondes. Como prêmio, Lopes recebeu do estado de Minas Gerais a concessão para emissão de certificações digitais com exclusividade. Tal concessão foi negociada por Carlos Eduardo Venturelli Mosconi. Lopes abandonou o cargo de advogado da Santa Casa anos mais tarde para se dedicar ao novo negócio.

Segundo relato da família de Carlão, Sergio Lopes estava aflito para que o corpo fosse enterrado o mais rápido possível. O carro em que Marcondes foi encontrado baleado, ficou em poder de Sérgio Lopes, sem autorização da família, quando deveria ter ficado em poder da perícia. Lopes mandou lavar o carro várias vezes até que nenhum vestígio pudesse ser encontrado e mandou a conta para a família.

Carro em que Marcondes foi encontrado baleado

Pessoas que acobertaram o crime

Regina Bataglini Ciofi
Regina Ciofi era Diretora Clínica da Santa Casa e trabalhava em conjunto com Álvaro Ianhez para manter o tráfico de órgãos funcionando. A Santa Casa pagava até o aluguel da central clandestina de transplantes. Regina Ciofi foi a primeira a dar entrevista no dia em que Carlão foi assassinado. Ela afirmou que ele estava depressivo e que se tratava de um suicídio. Por que Regina Ciofi afirmou isso?

Vejamos o que ela disse para o Jornal Estado de Minas: Regina Cioffi, diretora médica da Santa Casa, afirmou que todos os profissionais que trabalharam com Carlos ficaram atônitos com o possível suicídio cometido pelo diretor administrativo da entidade. “Ele era uma pessoa que não demonstrava ter condições psíquicas de fazer uma coisa dessas”. Ela salienta que nos últimos dias havia notado o diretor deprimido, devido à situação que se encontra a Santa Casa.

Regina, por todo o tempo, tentou empurrar a versão de suicídio. Em várias entrevistas ela destacou que Carlos Marcondes estava muito deprimido, e que não aguentava mais a situação. Mas a família nega. O filho de Marcondes estaria terminando a faculdade e eles planejavam comprar um imóvel. Estas não são características de um suicída. Mas a polícia "preferiu" ouvir Regina Ciofi.

Regina deve ser candidata a prefeita de Poços de Caldas nas próximas eleições. Ela nunca foi investigada embora fizesse parte da máfia e das autorizações fraudulentas de internação de transplantados.

João Góes Brandão - assassino de pacientes em coma
para fins de tráfico de órgãos.

João Goes Brandão foi o médico encarregado de atender Carlos Henrique Marcondes, quando o mesmo foi encontrado baleado. Durante o atendimento, João tentou eliminar vestígios do crime, raspando a mão de Marcondes com ácido para que exames não pudessem ser realizados. Se encontrassem pólvora nas mãos de Carlão, seria uma prova de suicídio. Como Carlão não disparou nenhum tiro, nenhuma pólvora seria encontrada. Para enganar a perícia, as mãos foram raspadas. Desta forma, facilitaria a tese de suicídio.

Mãos enfaixadas por João Goes Brandão para enganar a perícia e
fortalecer a tese de suicídio. 
Estes são os principais personagens desta história, que mais uma vez, a polícia se nega a investigar e prefere arquivar o caso. Os fatos são explícitos. Mas a máfia controla todo o sistema de Minas Gerais, seja polícia, Ministério Público e até mesmo a justiça. Estas pessoas nunca serão investigadas. Mais uma vez, um processo vai para a gaveta.

Aliás, isto explica o porquê do juiz Narciso de Castro estar sendo processado ou representado por polícia, ministério público e perseguido pelo TJMG.

Os vagbundos não deixam investigar o caso. A imprensa se cala. O governo federal não quer saber.

Assista ao vídeo cujo conteúdo as 
autoridades se negam a apurar.

sexta-feira, 29 de julho de 2016

Lula na ONU, eu, ainda não.

Como todos devem saber, Lula acionou o mesmo caminho que estou percorrendo. E olha que eu nem roubei ninguém! Eu apenas luto por justiça. Na verdade eu ainda não acionei. E vou explicar os motivos.

A petição de Lula só será aceita depois que TODOS os recursos forem esgotados no Brasil, ou seja, somente quando não couber mais recursos, a ONU poderá analisar. Enquanto há possibilidades jurídicas no Brasil, nenhum tribunal internacional pode atuar.

E é isto que o TJMG está fazendo comigo. Eles estão adiando ao máximo uma decisão final para que eu não possa acionar a ONU ou qualquer outro tribunal internacional. Estou nas mãos de bandidos de togas que neste momento estão com todos os processos na gaveta, para benefícios de assassinos de pacientes em coma para fins de tráfico de órgãos. Tudo mediante ao módico pagamento de 500 mil reais. 

O TJMG não condena, não absolve, não julga e o processo não anda. Desta forma eles consegue impedir qualquer decisão, contrariando o que determina a constituição federal. Tudo para beneficiar assassinos ligados a um político chamado Carlos Eduardo Venturelli Mosconi (PSDB-MG) chefe desta máfia que mata pacientes em coma. 

O Brasil é um país cuja média salarial é de 1.779,00 reais. Desembargadores chegam a receber mais de 40 mil reais por mês. Isso sem contar os bônus, férias acumuladas ou aumentos retroativos. Algumas vezes, um único desembargador pode receber mais de 200 mil reais, de uma só vez.

Enquanto um jovem gari, ganha 800 reais por mês e limpa cada canto da rua onde trabalha, um desembargador ganha 40 mil e não consegue julgar um caso que já dura 16 anos. O desembargador que ganha 40 mil, comparado ao gari, não é um vagabundo? Eu colocaria a minha vida nas mãos de um gari, mas jamais nas mãos de um desembargador. 

Há um mito de quem ganha muito não se corrompe. Isto sim é mito. No Brasil, quanto mais uma pessoa ganha, maior a chance de se corromper. Basta lembrar que os maiores salarios são justamente do judicíario, do Ministério Público, dos deputados federais e Senadores. É neste meio em que está o maior núcleo de corrupção do Brasil.


A minha situação é inédita! Eu luto para que a justiça faça o seu trabalho, para que desembargadores não se vendam e que a lei seja cumprida, dentro ou fora do Brasil. E o Brasil se nega a cumprir a constituição, segurando o processo, protegendo assassinos e impedindo que eu acione a ONU.

Acho que é o primeiro caso em que um brasileiro tenta fazer com que a lei seja cumprida, na contra mão dos desejos de certos magistrados vagabundos e covardes. E quando falo em vagabundo e covardes, estou me referindo à FLAVIO BATISTA LEITE e KARIN EMMERICH obviamente!

Que vocês, desembargadores, são corruptos, nós já sabemos. Agora mostre coragem e anule tudo de uma vez! Honre a toga que veste, ao menos uma vez na vida. Anule tudo! Arquive o processo! Absolva todos os envolvidos! Indenize-os!!! Deixem de ser as prostitutas do judiciário.

Viver extorquindo máfias não é uma atividade muito saúdavel para desembargadores.

quarta-feira, 27 de julho de 2016

Só para lembrar

A VENDA DE ÓRGÃOS ESTÁ ABENÇOADA PELO TJMG

Caros leitores,


Entramos no segundo semestre de 2016 e os processos da máfia do tráfico de órgãos continuam parados, graças ao TJMG e aos vagabundos desembargadores, corruptos, e sujos. A máfia de tráfico de órgãos sairá impune desta, graças ao pagamento de 500 mil reais. O TJMG é um tribunal de merda, de corruptos e de vendedores de sentenças. 

Vamos para 17 anos. Eles querem que prescrevam todos os crimes, e estão conseguindo. 17 anos sem conseguir julgar um caso. Precisa ser muito filho da puta para proteger quem mata pacientes em coma. E podem acreditar, TJMG e seus desembargadores, são filhos da puta o bastante para isso.



terça-feira, 26 de julho de 2016

Se fosse traficante de órgãos, estaria vivo.

Um homem que furtou 12 latas de cerveja, morreu queimado dentro da cela onde estava preso. Ele não se conformou em estar preso e ateou fogo no colchão. Morreu ao inalar a fumaça, disseram os policiais. Provavelmente ele sabia que não sairia da cadeia tão cedo. 

Se fosse traficante de órgãos, estaria tranquilo. Eles matam e não ficam presos. Os desembargadores são machões com os pobres. Com os traficantes são mansinhos!!!

segunda-feira, 25 de julho de 2016

Desmarcarando outra mentira

Osmar Lopes Cançado disse em entrevista que o Sistema de Transplante Brasileiro é copiado lá fora. Mentira! Não há nenhum país do mundo que tenha copiado o sistema brasileiro em qualquer aspecto. Vocês estão sendo enganados pelos traficantes de órgãos.

Não doe órgãos para quem mente para você!

sábado, 23 de julho de 2016

O marketing dos traficantes de órgãos

Você doaria órgãos de um ente querido seu, para quem mente para você? Se ele mente em fatos importantes, quem garante que os órgãos vão ser implantados em quem realmente precisa?

Bons tempos eram aqueles em que o marketing era utilizado pelos políticos para conseguir votos. A coisa cresceu tanto que o governo adotou o marketing como meio de enganar o povo. O marketing virou uma ferramenta poderosa, inclusive, entre os traficantes de órgãos.

Você assiste a um pronunciamento do presidente da república, por exemplo, e acredita mesmo que o Brasil está crescendo, que políticas sociais estão avançando, que a população terá mais direitos e que os serviços públicos são de primeira qualidade. Tudo mentira. É um país que ninguém conhece. Pior ainda é quando vivemos fora do país. Acompanhamos os brasileiros entusiasmados com os novos rumos da política (graças ao marketing e nada mais), e nas ruas passamos vergonha quando descobrem que somos brasileiros.

O nosso palhaço de hoje é OSMAR LOPES CANÇADO, o homem da foto. Ele é o diretor do MG Transplantes, um dos maiores centros de tráfico de órgãos do país. Ele utilizou a imprensa para fazer o seu marketing, e que vou desmascarar agora. OSMAR tem ligações íntimas com CARLOS MOSCONI, o chefe da máfia que já exterminou pelo menos 12 pessoas (que foram descobertas). 

Como sempre, Osmar aproveitou-se de uma história trágica para fazer o marketing. Vamos ao conto do vagabundo.

A pequena Isabela de 9 anos, teve morte encefálica após a 3a cirurgia frustrada do coração. Por que não a colocaram numa fila de espera? Ninguém sabe. Os pais, João Idelfonso e Elizabet dos Santos resolveram doar os órgãos da menina. O resto vocês já sabem. A menina virou heroína, os país homenageados pelo gesto da doação e os médicos faturando com a tragédia alheia. 

Entra em campo o nosso idiota amestrado traficante de órgãos, Osmar Lopes Cançado. Ao ler o Cançado, confesso que fiquei exausto. Mas não o suficiente para deixar de escrever este texto. Cançado disse o seguinte, durante entrevista:
 “No Brasil, posso afirmar que não existe tráfico de órgãos em nosso sistema de transplante, que é copiado por outros países. É tudo muito fiscalizado pelo Ministério da Saúde e até os líquidos onde os órgãos devem ficar imersos são rigorosamente controlados”, garante o médico.
 
Osmar Lopes dizer que no Brasil não tem tráfico de órgãos é o mesmo que Fernandinho Beiramar dizer que no Brasil não tem tráfico de drogas. Não só tem, como Osmar Lopes Cançado faz parte do esquema. Como diretor do MG Transplante, ele atua como um traficante de mãos cheias. Por isso o marketing é usado para negar o inegável.

Só em Poços de Caldas, tem mais de uma dúzia de médicos condenados por tráfico de órgãos que estão comprando desembargadores para anular senteças. Mas não é só isso. Vamos ver um pouco de história?


A jovem Carolina Guedes Lopes aguardava um fígado urgentemente para que sua vida fosse "salva". Uma doação em Blumenau, de um garoto de 6 anos poderia mudar o ruma desta história, porém, o MG Transplante não foi atrás do fígado, e mentiu para o Ministério Público, afirmando ter acionado o transporte aéreo.  A reportagem, do mesmo jornal usado por Osmar Lopes Cançado para fazer marketing publicou:
Em Blumenau, médicos do Hospital Santo Antônio esperaram quase dez horas pela chegada de colegas mineiros, quando então a família do adolescente desistiu da doação.
Em resumo, o MG Transplante não acionou o transporte porque os traficantes não ganhariam nada. Não valia à pena operar Carolina, que faleceu horas depois.  O interesse financeiro era muito maior do que salvar a vida. O caso foi abafado como todos os outros casos envolvendo esta máfia.

Ao contrário do fanfarrão Osmar Cançado, eu tenho acompanhado os transplantes desde 2000, e armazenado informações de todos os tipos. Ele faz marketing porque sabe que o brasileiro tem memória curta. O que ele não contava é que eu tenho um HD enorme.


O menosprezo por doadores de órgãos é antigo. Doadores que não oferecem lucro, são ignorados. Se os órgãos dos doadores encontrarem alguém disposto a pagar, eles movem montanhas. Caso contrário, o paciente da fila de espera que morra. Tudo gira em torno do lucro. Sem lucro, sem transplante.

A matéria, do mesmo jornal Estado de Minas, divulgada em 26 de junho de 2002 já apontava para o medo dos mineiros em doar órgãos. Tudo devido ao comércio clandestino existente no estado. E se há o comércio clandestino de órgãos em Minas Gerais, ele passa pelo MG Transplante, cujo diretor é Osmar Lopes Cançado. Desde 2002, Minas Gerais conhece a máfia de tráfico de órgãos. 


Não meus caros leitores! Ainda não acabou.


Este é o Jonathan. Ele precisava de um transplante de córnes. Tudo estava pronto para o transplante acontecer quando o impossível aconteceu: As córneas desaparaceram de dentro da geladeira onde estavam armazenadas. A cirurgia precisou ser suspensa. Com a revolta dos país e a cobrança da imprensa, a pessoa que desviou as córneas não conseguiria deixar o prédio e descartou-as no subsolo do hospital, oito horas depois, no departamento de limpeza. A responsabilidade pela córnea era do MG Transplante!


Este é o caso de Thais Liviane Braga. E jovem sofreu um acidente de moto e enquanto estava em coma, seus órgãos sumiram. A família recebeu uma boa indenização e o caso foi abafado. Se fosse investigado, o MG Transplante teria sido fechado.

No Brasil não tem tráfico de órgãos


Em 2003, o responsável pelo MG Transplantes afastou-se de suas funções após o escândalo que estourou dentro do MG Transplantes. Qual escândalo?


Para finalizar. Este foi o escândalo. Pelo menos 800 pacientes tiveram seus exames falsificados para que os órgãos doados pudessem ser desviados da fila. Os órgãos eram vendidos fora da fila de transplantes, e os pacientes da fila eram enganados. O caso ocupou as páginas dos jornais por poucos dias até que tudo foi abafado. No centro do escândalo estava o MG Transplante.

O marketing praticado por Osmar Lopes Cançado é manjado. A máfia dos transplantes tem acordos com o Ministério Público. Nenhuma investigação ou processo pode prosperar. Com o caso Pavesi as coisas acabaram perdendo o controle e membros da máfia foram condenados. Agora estão tendo que pagar propinas para deembargadores para limpar a ficha dos mafiosos. 

Ah sim!!! Eu não poderia terminar sem desmentir outro ponto da sua fala. Ele diz que os liquidos onde os órgãos são mantidos, são controlados rigorosamente pelo Ministério da Saúde, que diga-se de passagem, sustenta o tráfico de órgãos, pagando cirurgias fraudulentas e fingindo que não sabe de nada. 


O liquido que José Júlio Balducci cita é o mesmo líquido citado por Osmar Lopes Cançado.

R$ 6.000 a ampôla? Rigido controle do Ministério da Saúde? Vejamos o que diz a portaria do Ministério da Saúde sobre o assunto:

PORTARIA Nº 3.410 - 5 de agosto de 1998

O Ministro de Estado da Saúde, no uso de suas atribuições legais, e considerando:
a) a necessidade de incentivar as atividades de busca de doadores de órgãos;

b) que garantir os exames e procedimentos de avaliação de morte cerebral, nos termos da Resolução do Conselho Federal de Medicina nº 1.480/97, é de grande importância psicológica, social e jurídica;

c) a importância de garantir a adequada retirada e conservação de órgãos para doação, bem como a adequada recomposição do corpo do doador;

d) a necessidade de incrementar os programas de transplante de órgãos, conforme estabelecido na Lei 9434 de 04 / 02 /97, bem como do Decreto 2.268 de 30/06/97, que dispõem sobre a doação e transplante de órgãos em todo o Brasil, resolve:

Código 93.800. 41.0 – Líquido de Preservação de órgão para Transplante de Rim (por litro)
Valor : 35,00
Limite de Utilização : 03
Forma de Preenchimento
Tipo : 1
CGC : do Hospital
Tipo de Ato: 19

É isso caros leitores. A ampôla que eles dizem pagar 6 mil reais, na verdade custa R$ 35,00 O LITRO.

Caro Osmar Lopes Cançado. Você é apenas mais um vagabundo traficante de órgãos que está fazendo MARKETING para enganar o pobre brasileiro. O tráfico de órgãos nunca foi tão ativo no Brasil. E mais! Não sou eu que está dizendo, embora tenha muito gabarito para tal. É o mundo inteiro:


Você é apenas mais um grande filho da puta que está ganhando a vida vendendo órgãos dos outros.